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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Chegar ao topo é, antes de tudo, uma questão de sorte!

Bastante válidas e reflexivas as observações de Lucy Kellaway, colunista do "Financial Times", sobre quem se inspirar de fato. Como eu já escrevi em outros artigos, todos tem seu limite de competência e isso não é o fim do mundo. Não viva sonhos que não são seus. O que realmente importa é se você tem paixão pelo que faz e faz bem feito. Agora, quando a motivação acabar, nenhum livro de auto ajuda o fará subir mais um degrau. Você quer ser igual a Steve Jobs, Bil Gates, Lionel Messi, Pelé ou Carlos Ghosn e só isso interessa?   Por que não fazer benchmarking baseado no seu colega de trabalho do departamento ao lado, no seu vizinho, no seu colega de MBA ou até mesmo no chato do seu primo (o cara é competente mesmo assim). São próximos de você e se consideram bem sucedidos.

"Muito raramente, alguém em uma escola de negócios realiza uma pesquisa inteligente e prática. Recentemente, foi publicado no periódico "PNAS" um estudo bastante útil, que afirma que devemos parar de idolatrar os líderes empresariais famosos porque eles não são tão bons quanto todo mundo pensa.
Os autores, Chengwei Liu da Warwick Business School e Jerker Denrell da aïd Business School da Universidade de Oxford, afirmam que os líderes empresariais muitíssimo bem-sucedidos são pessoas anormais que obtêm coisas extraordinárias em parte pela sorte. E uma vez com sorte, eles vão ficando cada vez mais sortudos. Os ricos sempre ficam cada vez mais ricos, conforme sabemos.

Tome por exemplo Bill Gates. Ele não veio de uma família abastada - o que tornou fácil para ele entregar-se ao seu amor juvenil pelos computadores. Além disso, se sua mãe bem relacionada não lhe tivesse aberto portas na IBM, ele provavelmente não teria se transformado no homem mais rico do mundo. Isso não significa que Gates não seja inteligente e esperto, apenas que podemos estudar e analisar tudo que ele fez, que isso não nos colocará no lugar em que ele está.
Os acadêmicos sugerem que deveríamos concentrar nossas atenções nos números dois, que devem a posição em que se encontram menos à sorte e mais às suas capacidades. Ao observarmos como eles conseguiram chegar onde estão podemos, de fato, aprender alguma coisa.

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http://www.valor.com.br/carreira/2734840/chegar-ao-topo-e-antes-de-tudo-uma-questao-de-sorte?goback=%2Egde_3474666_member_130358464

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