Você é Ligador ou Recebedor? Antecipa ou Espera? Resolve ou Transfere? Empurra ou Planeja? Só Copia ou também Cria? Você está ocupado ou preocupado com a qualidade dos processos de Recursos Humanos?

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A escassez de talentos, do Brasil à China!

Fonte: Portal O Estado de São Paulo - Economia & Negócios

Com mais de 20 anos de experiência em recrutamento e seleção de executivos, o argentino Claudio Fernández-Aráoz, consultor da suíça Egon Zehnder, conseguiu levar o conceito de valorização de bons profissionais onde se podia imaginar que bastava a força para fazer alguém trabalhar: o Partido Comunista chinês. "O Brasil e a China são similares em um sentido: ambos são vítimas da extrema escassez de mão de obra", afirma.
 Aráoz conta que o Partido Comunista tem uma escola dedicada a formar novos líderes para as grandes corporações estatais da China, onde seu best seller Grandes Decisões sobre Pessoas é leitura obrigatória (o título local para a obra é O Livro Sagrado do Talento). Segundo o especialista, a receita para formar e reter talentos é universal. E o segredo não está na força nem muito menos na remuneração. "O elemento chave é encontrar as pessoas certas, que tragam para o dia a dia do trabalho a rara combinação de arrojo e humildade."
Sozinha, a remuneração não é suficiente para reter profissionais que possam dar contribuição relevante a um negócio. Embora seja possível argumentar que dinheiro é um fator vital no mercado de trabalho, Aráoz afirma que, em situações extremas, fica claro que o ser humano não está em busca apenas de recompensas financeiras. "Durante os ataques às Torres Gêmeas, em 11 de setembro de 2001, as pessoas que perceberam que morreriam e estavam presas nos edifícios, não ligaram para seus consultores de investimento. Tentaram falar com as pessoas que amavam", argumenta. "No fim das contas, dinheiro não é o que a gente procura."

Em termos financeiros, a recomendação de Aráoz para as empresas é simples: a remuneração deve ser justa, estando em linha com a média praticada no mercado de trabalho. O consultor cita uma experiências com macacos para exemplificar a importância do tratamento uniforme. "Em um caso, a recompensa dos macacos que passavam por um treinamento era um pedaço de pepino, produto que eles trocavam entre si. Quando os cientistas começaram a trapacear e dar uvas a alguns macacos, os animais interromperam o escambo porque se tratava de uma situação injusta", explica. "Neste sentido, nós não somos muito diferentes. Queremos ser recompensados de maneira equitativa."

Valores. O que os profissionais atualmente buscam, na visão de Araóz, são três condições básicas. A primeira é autonomia, que reflete a confiança em sua capacidade. A segunda é o acesso a ferramentas para que a pessoa possa se tornar uma dos melhores em determinado ramo. E a última, e mais importante, é um propósito maior para a atividade desempenhada. "É por isso que a figura do líder é tão importante: é o chefe quem vai identificar as necessidades de desenvolvimento e significado que seus funcionários necessitam."
 À medida que o mercado ficou mais competitivo - hoje, não é raro grupos gigantes desaparecem de um dia para o outro em processos de fusões e aquisições -, o especialista diz que o foco da realização profissional mudou da sobrevivência para o conhecimento. "A pergunta que um profissional deve fazer ao receber uma proposta de trabalho é: Essa mudança fará de mim um profissional melhor dentro de cinco anos?", aconselha Aráoz.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O RH nunca dá resultado...

Adriana Gomes - Blog HSM

A percepção de que a área de RH é centro de custos e não de resultado ainda permeia boa parte das empresas brasileiras. Difícil quebrar esse paradigma, principalmente comparando o RH com áreas de resultados tangíveis monitorados por diversos indicadores.

Sem dúvida que os indicadores de performance ajudam, mas não revelam o essencial: a qualidade das relações e a satisfação do profissional com a atividade que desempenha. Recentemente, uma executiva de uma multinacional americana que atua na área comercial me disse o seguinte: “o dinheiro realmente não traz felicidade.” Isso porque, apesar de vir atingindo suas metas muito antes do prazo e recebendo bônus expressivos, ela afirma não sentir nenhum prazer nisso. Não vê sentido em fazer o que faz, apesar de performar.

Por que, mesmo performando, muitos profissionais se sentem insatisfeitos? O clima organizacional não é bom, as pessoas se queixam da política e da falta de reconhecimento.

Exercite-se, leia mais e participe das opiniões e comentários dos leitores

http://www.hsm.com.br/blog/2011/10/o-rh-nunca-da-resultado%e2%80%9d/#.TrmpV0wJfh8.blogger

A Terceira Revolução Corporativa?

Seguindo a linha pretensiosa desse Blog, qual seja, livre pensar em gestão de RH, eis que surge um texto bom de discussão!


Por Claudemir Oliveira

Claudemir Oliveira é presidente e fundador do Seeds of Dreams Institute, com o objetivo de desenvolver pessoas e corporações com Psicologia Positiva, tema de seu mestrado e doutorado, nos EUA, cujo foco é na potencialidade humana.
Sempre serei repetitivo com minha paixão por colaboradores, buscando suas potencialidades, foco da Psicologia Positiva; cuidar bem deles é como criar oásis. Já falei em artigos e palestras que “demiti” o cliente da posição de rei há muito tempo. Sei que essa ótica vai contra princípios das melhores universidades do mundo que, nas últimas décadas, seguiram e seguem gurus e papas do marketing que adoravam e adoram letras: copiaram os 4 Ps, mudaram para 4Cs, inventaram 4Es, entre outras, e quase todos entregaram o reinado ao produto e ao cliente, relegando o colaborador a um mero papel dentro do castelo. Não tenho nada contra letras, até acho que são formas de simplificar conceitos. Mas dizer que um colaborador deve ser visto como custo é uma visão ultrapassada, mesmo que venha do papa Peter Drucker.

Pensar quase sempre no cliente, para mim, é como, numa guerra, focar mais no inimigo (aquele que está fora) e não amar e “armar” seus soldados (aqueles que estão dentro) com suas potencialidades. Em geral, uma guerra é ganha muito antes da entrada no campo de batalha. Sun Tzu, há séculos, compartilha essa sabedoria. Por que será que não aprendemos?

Evolução do Marketing

Graças aos gurus do marketing e seu foco no produto e no cliente, colaboradores não foram (são) convidados para a festa e foram (são) barrados no baile. Sim, falam de “endomarketing”, falam de “recursos humanos” e, ontem, aqui nos Estados Unidos, ouvi falar de um departamento de “meaning” (significado). Tudo lindo, mas, na prática, fomos educados por esses papas, pelas grandes escolas e, como consequência, pelas empresas, a pensar em quem está do lado de fora, o cliente. Meu grande apego a colaboradores não quer dizer que odeio cliente ou produto. Minha paixão por Recursos Humanos não significa que não goste de outras áreas, até porque eu sempre trabalhei em operações, vendas, marketing e treinamento. Foram essas organizações, American, United e Disney, que me deram tanto aprendizado. Estou falando de prioridade.

Leia mais

http://seedsofdreams.wordpress.com/2011/05/10/recursos-humanos-a-terceira-revolucao-corporativa-parte-1/

http://seedsofdreams.wordpress.com/2011/05/17/recursos-humanos-a-terceira-revolucao-corporativa-parte-2/

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Pensando como um Gênio!

"Mesmo que você não seja um gênio, você pode utilizar as mesmas estratégias de Aristóteles e Einstein para tomar as rédeas do poder de sua mente criativa e controlar melhor o seu futuro."
As oito estratégias seguintes o encorajam a pensar produtivamente, em vez de (re)produtivamente, a fim de o fazer chegar às soluções para os problemas. “Estas estratégias são comuns aos estilos de pensamentos dos gênios criativos nas ciências, artes e na história do pensamento industrial”.

1. Encare o problema de várias formas diferentes e encontre novas perspectives que ninguém mais tenha examinado ainda (ou que ninguém já tenha publicado!)

Leonardo da Vinci acreditava que, para adquirir conhecimento acerca da forma de um problema, começa-se por aprender a reestruturá-lo de muitas maneiras diferentes. Ele considerava que a primeira forma como ele olhava para um problema era muito parcial. Frequentemente o problema reconstruído transforma-se em um novo.

2. Visualize!

Quando Einstein meditava sobre um problema, ele sempre achou necessário formular seu enunciado de tantas maneiras diferentes quantas possíveis, incluindo o uso de diagramas. Ele visualizava soluções e acreditava que tais palavras e números não representavam um papel significativo em seu processo de pensamento.

3. Produza! Um distintivo característico dos gênios é a produtividade.

Thomas Edison tinha 1,093 patentes. Ele garantiu a sua produtividade estabelecendo para si mesmo e a seus assistentes “cotas de idéias”. Em um estudo com 2.036 cientistas através da história, Dean Keith Simonton da Universidade da Califórnia em Davis descobriu que os mais respeitados cientistas não produziram apenas trabalhos excelentes mas também trabalhos “ruins”. Eles não tinham medo de falhar, ou produzir resultados medíocres na busca pela excelência.

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A tinta vermelha: o discurso de Slavoj Zizek no Occupy Wall Street

Slavoj Žižek é esloveno, professor da European Graduate School e pesquisador senior no Instituto de Sociologia da Universidade de Liubliana. É também professor visitante em várias universidades estadunidenses, entre as quais estão a Universidade de Columbia, Universidade de Princeton, New School for Social Research de NY e a Universidade de Michigan. Slavoj visitou a Liberty Plaza, em NY, para falar ao movimento Occupy Wall Street.

"Não se apaixonem por si mesmos, nem pelo momento agradável que estamos tendo aqui. Carnavais custam muito pouco – o verdadeiro teste de seu valor é o que permanece no dia seguinte, ou a maneira como nossa vida normal e cotidiana será modificada. Apaixone-se pelo trabalho duro e paciente – somos o início, não o fim. Nossa mensagem básica é: o tabu já foi rompido, não vivemos no melhor mundo possível, temos a permissão e a obrigação de pensar em alternativas. Há um longo caminho pela frente, e em pouco tempo teremos de enfrentar questões realmente difíceis – questões não sobre aquilo que não queremos, mas sobre aquilo que queremos. Qual organização social pode substituir o capitalismo vigente? De quais tipos de líderes nós precisamos? As alternativas do século XX obviamente não servem.
Então não culpe o povo e suas atitudes: o problema não é a corrupção ou a ganância, mas o sistema que nos incita a sermos corruptos. A solução não é o lema “Main Street, not Wall Street”, mas sim mudar o sistema em que a Main Street não funciona sem o Wall Street. Tenham cuidado não só com os inimigos, mas também com falsos amigos que fingem nos apoiar e já fazem de tudo para diluir nosso protesto. Da mesma maneira que compramos café sem cafeína, cerveja sem álcool e sorvete sem gordura, eles tentarão transformar isto aqui em um protesto moral inofensivo. Mas a razão de estarmos reunidos é o fato de já termos tido o bastante de um mundo onde reciclar latas de Coca-Cola, dar alguns dólares para a caridade ou comprar um cappuccino da Starbucks que tem 1% da renda revertida para problemas do Terceiro Mundo é o suficiente para nos fazer sentir bem. Depois de terceirizar o trabalho, depois de terceirizar a tortura, depois que as agências matrimoniais começaram a terceirizar até nossos encontros, é que percebemos que, há muito tempo, também permitimos que nossos engajamentos políticos sejam terceirizados – mas agora nós os queremos de volta.

Dirão que somos “não americanos”. Mas quando fundamentalistas conservadores nos disserem que os Estados Unidos são uma nação cristã, lembrem-se do que é o Cristianismo: o Espírito Santo, a comunidade livre e igualitária de fiéis unidos pelo amor. Nós, aqui, somos o Espírito Santo, enquanto em Wall Street eles são pagãos que adoram falsos ídolos. 
Dirão que somos violentos, que nossa linguagem é violenta, referindo-se à ocupação e assim por diante. Sim, somos violentos, mas somente no mesmo sentido em que Mahatma Gandhi foi violento. Somos violentos porque queremos dar um basta no modo como as coisas andam – mas o que significa essa violência puramente simbólica quando comparada à violência necessária para sustentar o funcionamento constante do sistema capitalista global?
Seremos chamados de perdedores – mas os verdadeiros perdedores não estariam lá em Wall Street, os que se safaram com a ajuda de centenas de bilhões do nosso dinheiro? Vocês são chamados de socialistas, mas nos Estados Unidos já existe o socialismo para os ricos. Eles dirão que vocês não respeitam a propriedade privada, mas as especulações de Wall Street que levaram à queda de 2008 foram mais responsáveis pela extinção de propriedades privadas obtidas a duras penas do que se estivéssemos destruindo-as agora, dia e noite – pense nas centenas de casas hipotecadas…
Nós não somos comunistas, se o comunismo significa o sistema que merecidamente entrou em colapso em 1990 – e lembrem-se de que os comunistas que ainda detêm o poder atualmente governam o mais implacável dos capitalismos (na China). O sucesso do capitalismo chinês liderado pelo comunismo é um sinal abominável de que o casamento entre o capitalismo e a democracia está próximo do divórcio. Nós somos comunistas em um sentido apenas: nós nos importamos com os bens comuns – os da natureza, do conhecimento – que estão ameaçados pelo sistema.
Eles dirão que vocês estão sonhando, mas os verdadeiros sonhadores são os que pensam que as coisas podem continuar sendo o que são por um tempo indefinido, assim como ocorre com as mudanças cosméticas. Nós não estamos sonhando; nós acordamos de um sonho que está se transformando em pesadelo. Não estamos destruindo nada; somos apenas testemunhas de como o sistema está gradualmente destruindo a si próprio. Todos nós conhecemos a cena clássica dos desenhos animados: o gato chega à beira do precipício e continua caminhando, ignorando o fato de que não há chão sob suas patas; ele só começa a cair quando olha para baixo e vê o abismo. O que estamos fazendo é simplesmente levar os que estão no poder a olhar para baixo…
Então, a mudança é realmente possível? Hoje, o possível e o impossível são dispostos de maneira estranha. Nos domínios da liberdade pessoal e da tecnologia científica, o impossível está se tornando cada vez mais possível (ou pelo menos é o que nos dizem): “nada é impossível”, podemos ter sexo em suas mais perversas variações; arquivos inteiros de músicas, filmes e seriados de TV estão disponíveis para download; a viagem espacial está à venda para quem tiver dinheiro; podemos melhorar nossas habilidades físicas e psíquicas por meio de intervenções no genoma, e até mesmo realizar o sonho tecnognóstico de atingir a imortalidade transformando nossa identidade em um programa de computador. Por outro lado, no domínio das relações econômicas e sociais, somos bombardeados o tempo todo por um discurso do “você não pode” se envolver em atos políticos coletivos (que necessariamente terminam no terror totalitário), ou aderir ao antigo Estado de bem-estar social (ele nos transforma em não competitivos e leva à crise econômica), ou se isolar do mercado global etc. Quando medidas de austeridade são impostas, dizem-nos repetidas vezes que se trata apenas do que tem de ser feito. Quem sabe não chegou a hora de inverter as coordenadas do que é possível e impossível? Quem sabe não podemos ter mais solidariedade e assistência médica, já que não somos imortais?
Em meados de abril de 2011, a mídia revelou que o governo chinês havia proibido a exibição, em cinemas e na TV, de filmes que falassem de viagens no tempo e histórias paralelas, argumentando que elas trazem frivolidade para questões históricas sérias – até mesmo a fuga fictícia para uma realidade alternativa é considerada perigosa demais. Nós, do mundo Ocidental liberal, não precisamos de uma proibição tão explícita: a ideologia exerce poder material suficiente para evitar que narrativas históricas alternativas sejam interpretadas com o mínimo de seriedade. Para nós é fácil imaginar o fim do mundo – vide os inúmeros filmes apocalípticos –, mas não o fim do capitalismo.
Em uma velha piada da antiga República Democrática Alemã, um trabalhador alemão consegue um emprego na Sibéria; sabendo que todas as suas correspondências serão lidas pelos censores, ele diz para os amigos: “Vamos combinar um código: se vocês receberem uma carta minha escrita com tinta azul, ela é verdadeira; se a tinta for vermelha, é falsa”. Depois de um mês, os amigos receberam a primeira carta, escrita em azul: “Tudo é uma maravilha por aqui: os estoques estão cheios, a comida é abundante, os apartamentos são amplos e aquecidos, os cinemas exibem filmes ocidentais, há mulheres lindas prontas para um romance – a única coisa que não temos é tinta vermelha.” E essa situação, não é a mesma que vivemos até hoje? Temos toda a liberdade que desejamos – a única coisa que falta é a “tinta vermelha”: nós nos “sentimos livres” porque somos desprovidos da linguagem para articular nossa falta de liberdade. O que a falta de tinta vermelha significa é que, hoje, todos os principais termos que usamos para designar o conflito atual – “guerra ao terror”, “democracia e liberdade”, “direitos humanos” etc. etc. – são termos falsos que mistificam nossa percepção da situação em vez de permitir que pensemos nela. Você, que está aqui presente, está dando a todos nós tinta vermelha.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Curhtas e Rhápidas: Cuide bem de seus Cargos!

Como conciliar as novas demandas organizacionais, por respostas rápidas e flexíveis, contrapondo à rigidez dos desenhos de cargos?

Muito se fala na substituição da palavra cargo pela palavra pessoa quando se trata de gestão por competências. Certa vez, ouvi de um profissional de RH a seguinte frase: “Em nossa empresa nós não damos muita importância para descrição de cargo. É fora de moda”.

Como lidar com a Isso 9001/6.2 se não conhecermos as competências/pré requisitos de ocupação, necessários para a execução dos processos? Como vamos aplicar programas de treinamento e desenvolvimento adequados e necessários para a aquisição, manutenção e/ou atualização dessas competências/pré requisitos? 

A afirmação a seguir consta do rol de tentativas que não se têm apresentado como as melhores soluções para aperfeiçoar o tratamento dos sistemas tradicionais de remuneração, segundo alguns especialistas: “Muitas vezes, na tentativa de agrupar várias funções numa mesma descrição de cargo, acaba-se por não descrever bem nenhuma das funções agrupadas (Emerson)”. Gente! É só fazer direito! É só fazer bem feito!

Quando sua empresa vai abrir uma filial ou expandir as linhas de produção e/ou administração, você RH, anuncia que precisa de dois josés, quatro marias, seis antonios e duas suzanas ou você anuncia que precisa de dois engenheiros mecânicos, quatro analistas de sistemas, seis assistentes administrativos e duas secretárias? Engenheiro Mecânico com qual especialidade e conhecimentos, Analistas de Sistemas com quais domínios de TI? Assistentes Administrativos com quais habilidades? Secretárias com o domínio de quais idiomas?

Não abandone suas descrições de cargos, apenas melhore-as,
inove-as, reescreva-as e mantenham-nas atualizadas!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Como identificar e tratar trolls e seus “parentes”

Fonte: Whitson Gordon, em Gizmodo Brasil

Você os vê em todo lugar que vai na internet: usuários anônimos que nunca têm nada a dizer além de comentários grosseiros, mal-educados e fora do assunto, cujo único propósito é te deixar com raiva. A única cura é parar de se importar, mas isso nem sempre é fácil na prática. Vejamos algumas dicas.
A palavra “troll” enquanto verbo da língua inglesa, deriva de uma técnica de pesca que consiste em jogar uma isca na esperança de fisgar um peixe – que é exatamente o que os trolls de internet fazem. Eles usam frases grosseiras e outras técnicas para tentar “fisgar” alguém, o que acontece quando a pessoa fica irritada e responde. O único objetivo deles é te irritar, assim como o seu irmão fazia quando te cutucava sem parar ou repetia tudo o que você dizia. Eles frequentemente se associam a pessoas poderosas para sentirem-se também mais poderosos.
A atividade de trollar na internet começou nos newsgroups da Usenet há muito tempo, mas hoje eles estão por todos os lugares. Fóruns, YouTube,  blogs, Twitter, Facebook. O problema é que atualmente todos nós estamos sujeitos aos trolls. Isso significa que ignorá-los se torna cada vez mais difícil, já que você tende a estar mais emocionalmente investido nas coisas que diz, e também que eles têm muito mais mídias por onde atacar. Estas são algumas das coisas que podem te ajudar a criar uma resistência aos trolls e parar de se preocupar com o que os malditinhos estão dizendo na internet.
Leia mais:

http://mobilizacaobr.ning.com/profiles/blogs/vi-o-mundo-como-identificar-e-tratar-trolls-e-seus-parentes

Aproveite e leia também

http://observatoriorh.blogspot.com/2010/09/pesquisadores-tentam-entender-os-trolls.html

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

El mayor peligro para la mayoría de nosotros no es apuntar demasiado alto...

“El mayor peligro para la mayoría de nosotros no es apuntar demasiado alto y no conseguir lo que uno quiere, sino apuntar demasiado bajo… y lograrlo” - Miguel Ángel

Todo el mundo nace único e irrepetible. Pero a través de los años, trabajamos muy duro y no dejamos de esforzarnos para ser como todos los demás.

Hoy en día la sociedad celebra tanto la mediocridad que no se necesita mucho para situarse por encima del resto.

¿Para qué conformarse con ser sólo “suficientemente buenos”, si podemos ser extraordinarios? Ser “suficientemente bueno” hace tiempo que ha dejado de ser suficiente. En el mundo actual estar “en la media” es el mejor sitio para no ser nadie, o para ser un perdedor… y si estás leyendo esto es porque deduzco que no quieres ser ninguna de las dos cosas…

¿Qué hace falta para ganar un partido de futbol? ¿O para ganar una carrera de fórmula 1? Para triunfar no hace falta ser perfecto o infinitamente mejor que tus rivales, tan sólo hace falta ser “un poco mejor”, no es necesario una gran goleada o doblar al contrario… si metes un gol más, si eres una milésima más rápido en cada vuelta, la victoria es tuya… es suficiente. Y en la vida las cosas no son muy diferentes… la única diferencia es que a menudo, para el segundo no hay medalla de plata.

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