Ao ver que o sonho anda pra trás

E a mentira voltou

Ou será mesmo que não nos deixara?

A esperança que a gente carrega

É um sorvete em pleno sol

O que fizeram da nossa fé?

E foi por ter posto a mão no futuro

Que no presente preciso ser duro

E eu não posso me acomodar

Quero um país melhor

Fernando Brant e Milton Nascimento

terça-feira, 23 de julho de 2013

Por que as pessoas não levam tão a sério serem pontuais?


Com certeza já deve ter percebido como a pontualidade anda em baixa. É o ônibus que não chega no horário, o táxi que promete chegar na hora e se atrasa, o metrô que nos deixa na mão, e isso tudo sem falarmos nos problemas graves de pontualidade na aviação civil.
No entanto, nas situações mencionadas, na grande maioria das vezes, nós não temos controle, pois somos agentes passivos. Embora isso nos cause grandes prejuízos. Mas o que dizer quando nós estamos no comando? Como encaramos a pontualidade? Você deve estar pensando que não é assim tão grave, mas garanto-lhe que a pontualidade trás muitos benefícios.
No mundo corporativo, temos visto muito desrespeito quanto à pontualidade. São respostas que chegam com delay, isso quando chegam. Funcionários que negligenciam suas responsabilidades quanto à entrega de projetos dentro do prazo, e claro, os caras que chegam atrasados por que já se viciaram e acham que não há problemas. A falta de pontualidade quase já virou uma pandemia. Quando sou convidado para palestras, os organizadores às vezes nos chamam num canto e dizem: “vamos dar mais 15 minutos de tolerância como é de praxe”?

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