quarta-feira, 17 de julho de 2013

Líderes que sabem adaptar estratégias

Líderes que sabem adaptar estratégias, o tipo que precisamos hoje em dia, fazem 6 coisas muito bem:

1. Antecipar
 A maioria do foco da maioria das empresas está no que está logo em frente. Os líderes faltam “visão periférica”. Isso pode deixar a empresa vulnerável a concorrentes que detectem e ajam em outras oportunidades.

Para antecipar bem, você precisa:
◾Buscar informações que podem revolucionar o seu setor

◾Ir além das fronteiras atuais do seu negócio
◾Criar redes de contato que te ajudem a entender melhor o horizonte

2. Pensar de forma crítica
 A “sabedoria popular” diminui o risco de você ser questionado. Porém, se você aceitar o que já foi provado, sua empresa perde vantagem competitiva. Pensadores críticos questionam tudo.

Para dominar essa habilidade você precisa se forçar a:
◾Analisar profundamente problemas para achar as causas

◾Desafiar crenças e formas de pensar, incluindo as suas
◾Identificar quando há hipocrisia, manipulação e pré-julgamentos nas decisões organizacionais

3. Interpretar
 Ambiguidade é agoniante. Quando a vemos, é tentador buscar uma solução rápida e provavelmente errada. Um líder estratégico sabe ser frio e organizar informações de fontes diferentes antes de criar um ponto de vista.

Para ficar bom nisso, você precisa:
◾ Buscar padrões em diversas fontes de dados

◾Encorajar os outros a fazer o mesmo
◾Testar premissas atuais e testar diversas hipóteses ao mesmo tempo

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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Seis lecciones de James Cameron sobre creatividad e innovación


1. La inspiración te puede llegar en cualquier momento. Estáte preparado
James Cameron explica que se mantiene alerta para ese momento imprevisible cuando llegue la inspiración. “Esta puede llegar a cualquier hora, en diversos contextos. Puede pasar durante una conversación o en una fiesta. Debe recordar esos insights”, dice.

 2. Rodéate de gente creativa
El cineasta recurre al arte, fotografía y la música para buscar nuevas ideas. “Me alimento de la creatividad de los otros: fotógrafos, artistas y músicos de todo tipo. Lo que se siente al escuchar una canción puede ser muy poderoso. He querido escribir guiones enteros apenas al escuchar un poco de música. Creo que la música es tan importante como estar rodeado por estímulos visuales”, declara.

3. Aislarse
Para escribir es más productivo estar solo. "En algún momento es necesario que la persona se sienta y escriba. Para esto es necesario aislarse. Escribir un guión es como hacer malabares. Se trata de la cantidad de bolas que puede lanzar al cielo. Todas estas ideas deben flotar a un punto y luego congelarse en un patrón. A veces, me toma tres o cuatro días llegar a lograr esto, y si soy interrumpido debo comenzar de nuevo. No podría ser como esos escritores que trabajan juntos, salen, almuerzan y escriben seis páginas en una sola tarde”, manifiesta.

 4. Reconoce cuándo es tu momento
Cameron ha aprendido durante su carrera a ser paciente. Siente que es importante reconocer el momento en el que se está cerca de un gran avance. “Para convencer a las personas que apoyen sus ideas, se necesita, antes que todo, identificar el momento. Esto significa esperar”, explica.
 
5. Debes ser implacable contigo mismo
James Cameron destaca que mantener el sentido de objetividad es una de las partes más difíciles del proceso creativo. Advierte del peligro de dejarse seducir por el propio trabajo.
 
6. Debes saber defender tu ideas
Es necesario saber luchar por nuestro proyecto, especialmente cuando se tiene un gran estudio detrás. Cameron hace un paralelo con Ernest Hemingway. “Es necesario estar listo para defender la idea. Es como la historia del “Viejo y el mar”.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

La soledad del desempleado

La soledad se caracteriza por aislamiento, una falta de contacto con el entorno, con las personas que nos rodean. Las causas que la provocan pueden ser diversas, desde llegar a ella por la propia elección de la persona, hasta padecerla por una situación social determinada. Su “padecimiento” puede tener una duración corta, beneficiosa para poder llevar a cabo una actividad concreta en mejores condiciones, o puede alargarse en el tiempo, llegando incluso a darse la posibilidad de sufrir un “desaprendizaje” en el establecimiento de relaciones sociales.
 

Este “síntoma” llegan a padecerlo muchas personas que pasan por una situación de desempleo. Está claro que cada persona vive, siente y padece las situaciones de su vida de una manera concreta e individualizada. Y su respuesta será en función de esto, de su vivencia, de su sentir frente a las situaciones adversas que sufra.
 
El desempleo puede ser una situación pasajera, de la que la persona sea consciente que saldrá en poco tiempo, o puede entenderse como algo que tendrá una larga duración y que no sabremos cuando se acabará. Esto puede verse minimizado o acrecentado según la influencia que otros factores puedan tener sobre la persona: edad, situación económica, nivel formativo, situación familiar, características de personalidad, capacidad de resolución de problemas, etc.


Otro factor clave será la incertidumbre que cada persona tenga sobre el tiempo que tardará en estabilizar su situación. La incertidumbre puede llegar a bloquear la acción de la persona para buscar una solución. Es importante llegar a manejarla, ya que entenderla como algo importante, pero controlable, puede facilitar mucho que se llegue a tener un concepto positivo de la misma.

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terça-feira, 2 de julho de 2013

As Relações Trabalhistas e as Manifestações

 Publicado na ABRH - Nacional
Por José Emídio Teixeira e Marcelo Lomelino
 
 
Executivos, gerentes e supervisores devem estar se perguntando: “as manifestações de rua vão chegar às fabricas, aos escritórios”?
Se a sua empresa é formada predominantemente por jovens – acredite, o vírus já está “instalado” no sistema, aguardando apenas alguma situação para que possa ser executado. Se constituída por gerações mais antigas, elas provavelmente são mais cautelosas, porém, gostariam de ver muitas coisas mudarem.
Fato é que não dá para acreditar que o empregado deixe suas insatisfações e anseios ao cruzar os portões da empresa, nem que seja incapaz de repetir o processo de “leitura”, utilizado para avaliar os governos e as instituições, mas agora voltado para as empresas. Basta acessar as redes sociais para constatar o desejo generalizado por mudanças. Mudanças só no país?
Os jovens são diferentes. Para eles o trabalho tem outro significado. Não aceitam se sacrificar somente para beneficiar as empresas. A reciprocidade é o que desejam. Têm um olhar atento para a sociedade e querem a garantia de que o trabalho não atrapalhará as suas vidas.
Foram educados com maior liberdade em casa e na escola, questionando a obediência cega à autoridade e o “autoritarismo”, que ainda marca o estilo de muitos líderes. Eles atuam e se relacionam em redes, batendo de frente com organizações hierárquicas, em sua maioria. Por acaso, a o respeito à hierarquia não é uma dos valores mais defendidos pelas empresas?
Afinal, o que estes jovens estão no dizendo? 
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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Você está preparado para a economia da ampulheta?

Com mudanças no mercado, trabalhadores do conhecimento tendem a ocupar, cada vez mais, os principais espaços. Os restantes vão ter que correr atrás

A natureza do trabalho está mudando. Trabalhos complexos que dependem de pessoas especializadas vão pagar cada vez mais. Trabalhadores do conhecimento, executivos de alto escalão, médicos altamente treinados, programadores e outras pessoas que usam sua inteligência no mercado, podem esperar ser cada vez melhor remunerados. 
Por outro lado, trabalhadores da linha de frente, aqueles no balcão de atendimento dos restaurantes, e outra tarefas que não exigem tanto estudo, podem esperar ficar cada vez mais distantes dos requisitos necessários para chegar ao primeiro time. Sem habilidades diferenciadas, essas pessoas estão fadadas a ganhar a vida executando tarefas simples, com poucas perspectivas de crescimento.

E o pessoal do meio? Os gerentes médios, profissionais sem especialização, aqueles fáceis de substituir ou até automatizar com um bom sistema de informação? Esses vão se tornar cada vez mais raros (e pobres).

Não estou falando, caro leitor, de um futuro distante que vi em algum sonho ou nas borras de chá. Estamos falando da “economia da ampulheta”, tema que está se tornando realidade em países como Estados Unidos e Inglaterra, e que em breve podemos esperar chegar por aqui.

O raciocínio é mais ou menos o seguinte: antigamente as empresas precisavam de grandes contingentes de pessoas de “nível médio”. Fossem os gerentes e supervisores em grandes empresas, ou aqueles funcionários responsáveis por um ou outro processo. Essas pessoas possuíam algum nível educacional, mas nada de destaque, e um salário que os colocavam na classe média para o resto da vida.
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terça-feira, 25 de junho de 2013

7 fatos sobre gestão de pessoas pelo mundo

As características de cada região interferem diretamente na forma como os chefes fazem a gestão de pessoas.  Um levantamento do Hay Group apontou as principais características de gestores em diversos países e, com isso, foi possível identificar padrões regionais.

Foram analisados mais de 95 mil líderes em mais de 2 200 organizações em todo o mundo. Quanto menor o número de habilidades apresentadas para cada dirigente, menor a sua flexibilidade como gestor.
No mundo inteiro, falta flexibilidade. Um terço dos chefes dominam apenas um ou nenhum estilo de liderança enquanto apenas 26% conseguem transitar entro quatro ou mais habilidades.Veja a seguir os sete fatos sobre gestores em todo o mundo, segundo a pesquisa do Hay Group.

1 Líderes da Europa, Oriente Médio e África são os menos flexíveis

A pouca capacidade de articular diversos estilos de liderança leva gestores da Europa, África e Oriente Médio a ter um estilo muito mais rígido de chefia, com pouca flexibilidade. Uma das consequências disso é o clima desmotivador, criado por 57% dos gerentes, segundo a pesquisa.

2 Na Ásia, dois terços dos chefes são desmotivadores

Falando em motivação, esse parece ser um item em falta na Ásia. Segundo a pesquisa do Hay Group, dois terços (66%) dos chefes criam ambientes desmotivadores - este é o pior desempenho de todo o mundo. Lá, apenas 24% dominam quatro ou mais estilos de liderança.

3 Líderes norte-americanos criam ambientes de trabalho positivos

Comparados com o restante do mundo, os norte-americanos criam ambientes de trabalho mais positivos: menos da metade dos empregados consideram o clima onde trabalham desmotivador. No entanto, esse número ainda é alto, de 49%.
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terça-feira, 4 de junho de 2013

La respuesta ejemplar de un joven a una oferta de prácticas sin remunerar


No cobrar ni un euro por trabajar. Ese es, desgraciadamente, el sino de numerosos jóvenes cuando acaban sus estudios en la universidad. Muchos de ellos, impacientes por entrar en el mercado laboral, aceptan resignados ofertas de prácticas sin remuneración, mientras algunas empresas lo venden bajo el lema 'Te estoy dando la oportunidad de aprender, qué mas quieres'.


Otros, sin embargo, no están por la labor de pasar por el aro de una manera tan humillante. Es el caso de Carlos, un joven catalán de 24 años que explotó cuando recibió por email la propuesta de Bloom Estudio (una empresa dedicada al diseño y lanzamiento de páginas web) tras presentar su candidatura en una prometedora oferta anónima de un portal de empleo para estudiantes.

“En principio nos interesan personas que puedan formalizar un convenio de prácticas, las practicas serán sin remuneración ya que queremos ver la valía de cada persona y valorar lo que nos aporta al equipo”, le dijeron el pasado 29 de abril. Cansado de trabajar de manera precaria, no se cortó en su respuesta: "me niego rotundamente a trabajar gratis y menos teniendo que pagar una habitación".

Desde la empresa intentaron apaciguar los ánimos de Carlos justificando su decisión e incluso pidiendo disculpas por las posibles molestias causadas, pero lejos de conseguirlo, recibieron un repaso moral digno de tener en cuenta por cualquier comité de empresa:

"Lo siento, pero no me vas a vender la moto. Puedes adornarlo todo lo que tú quieras y escribir una frase de siete líneas, que no me la cuelas (...) Llevo cuatro convenios firmados, tres sin cobrar y uno cobrando. SIEMPRE es la misma historia. "Te damos la oportunidad de lanzar tu carrera en una agencia joven, con un equipo dinámico" bla, bla, bla.

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