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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Veja os famosos que foram eleitos. E os que ficaram pelo caminho...!

Não é hábito deste Blog expor e/ou editar comentários políticos. Mas como estamos no final da feira, apreciem o desempenho de alguns famosos e outros nem tanto!

Fonte: Redação Yahoo! Brasil

A fama rendeu ao palhaço Tiririca a maior votação de um deputado federal no Brasil. No total, 1.353.820 paulistas conferiram ao comediante o poder de representá-los no Congresso.

Tiririca não foi a única “celebridade” eleita. A lista inclui apresentadores de TV, atores, músicos , esportistas e até um ex-participante do Big Brother – Jean Wyllis, vencedor da quinta edição do BBB, eleito deputado federal pelo PSOL do Rio de Janeiro.

Também no Rio, o deputado estadual mais votado foi Wagner Montes (PDT), apresentador de TV. Os fluminenses mandaram o ator Stepan Nercessian (PPS) para a Câmara Federal e a atriz Miryan Rios para a Assembleia Legislativa do Estado. Mas deixaram de fora a funkeira Tati Quebra-Barraco (PDT) e a... (modelo?) Mulher Melão.

Em São Paulo, o cantor Agnaldo Timótheo (PR) fez de tudo para colar sua imagem ao finado Clodovil, deputado mais votado na eleição passada, mas a “carona” não foi suficiente para se eleger deputado federal. O cantor Juca Chaves (PR) e a cantora/apresentadora Simony (PP) não obtiveram votos suficientes para o Congresso, assim como Batoré (PP), do programa A Praça É Nossa, que também tentou e não conseguiu – aparentemente, o eleitor paulista entende que um só humorista é suficiente, e a vaga ficou com Tiririca.

Os irmãos Kiko e Leandro, do KLB, ambos do DEM, também não foram eleitos – o primeiro pleiteava uma cadeira na Câmara dos Deputados e o segundo tentava se eleger deputado estadual. Frank Aguiar (PTB), o Cãozinho dos Teclados, é outro que tentou e não foi eleito para o Congresso. Mas a derrota mais sentida foi a do pagodeiro Netinho de Paula (PC do B), que chegou a liderar as pesquisas para o Senado e ficou fora.

Dentre os esportistas, uma curiosidade: só atletas do futebol conseguiram se eleger, como Romário, Bebeto, Danrlei e Marques. Os dois primeiros ganharam no Rio de Janeiro – o Baixinho foi eleito deputado federal pelo PSB e seu companheiro de ataque na campanha do Tetra garantiu uma cadeira na assembleia estadual pelo PDT. Vale lembrar que, quando anunciou sua filiação, Romário se disse “muito feliz por entrar no PSDB”, um ato falho que fez corar a cúpula do PSB no Rio.

Ídolo gremista, Danrlei foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul, concorrendo pelo PTB. Já o recém-aposentado Marques foi o segundo deputado estadual mais votado em Minas Gerais, graças ao seu imenso prestígio com a torcida do Atlético. Outro ídolo atleticano eleito para a Assembleia Estadual de Minas é o ex-goleiro João Leitte, que está na política desde o início dos anos 90.

Mas nem todos os jogadores famosos foram eleitos, como por exemplo o ex-atacante Reinaldo, também do Atlético-MG, que tentou e não conseguiu se eleger como deputado federal, assim como os ex-corintianos Marcelinho Carioca, Vampeta, Dinei e Túlio Maravilha.

Se ídolos no esporte mais famoso do Brasil ficaram pelo caminho, o que dizer daqueles que se consagraram em modalidades bem menos populares? Os ex-boxeadores Popó e Maguila, a nadadora Rebeca Gusmão, a corredora Maria Zeferina Baldaia, o ex-jogador de vôlei Pampa e o técnico de basquete Barbosa foram alguns dos que tentaram e não foram eleitos.

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