Belo dia para rever os processos de gestão de Recursos Humanos. Extremos de preciosismo e de tecnicismo podem ser repensados.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Sempre é bom relembrar Brecht!

Não está sendo fácil viver os dias atuais como cidadão. Os discursos vazios, as promessas de sempre e as cenas ridículas no horário político nos deixam perplexos e descrentes de tudo. O TRE não se atreveria a publicar o IBOPE desse horário. Porém,o dramaturgo alemão Bertold Bretcht autor do livro “Um Homem é um Homem”, afirma que a salvação do homem é ele mesmo, desde assuma seu papel como um SER TRANSFORMADOR. Em outras palavras, se cada um fizer sua parte alguma coisa vai mudar. Seu pensamento, “ O Analfabeto Político” (abaixo), coloca em cheque todos que querem ser considerados CIDADÃOS, com letras maiúsculas.


O ANALFABETO POLÍTICO

O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala e nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem de decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política e os políticos. Não sabe, o imbecil, que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, adesista, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.

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