A única maneira de fazer pressão verdadeira na enojada classe política brasileira é botar um milhão de pessoas ou mais em torno do congresso, em dia de trabalho interno. Ninguém entra e ninguém sai. Se o Galo da Madrugada consegue porque o Bloco do Pacotão não consegue? Só assim a intimidação viria. A turma do Congresso adorou esse feriadão de dez dias!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Sexo e Trabalho


 O texto da Suely Pavan aborda um tema que na maioria das empresas está criptografado. Naquele estilo do "você não viu mas nós estamos aí". Boa leitura. Vale pensar a respeito.
Há um tema que pouca gente sequer menciona, pois imagina que ele não permeia as relações profissionais e até funciona como critério mais importante em algumas empresas: O sexo! 
Quantas empresas você conhece que simplesmente renegam funcionários que não querem participar de orgias em convenções e dentro de casas de prostituição? 
Ou outras que tomam decisões importantes em locais não frequentados por mulheres? 
Pois se você não conhece nenhuma, eu conheço muita gente que me procurou em coaching e psicoterapia, pois foi relegada em função de critérios sexuais. Que são mais comuns do que a gente imagina. 
Os critérios sexuais, o machismo embutido numa empresa, o assédio sexual e as reuniões em locais que nada a têm a ver com o ambiente empresarial não estão presentes apenas em séries como “Mad Men”. Elas percorrem os corredores das empresas e são mais vivazes do que nunca. 
O sexo ainda é um critério, e ai de você se não quiser participar daquela convenção onde o principal tema será ele. 
Conheci gente que foi tratada e catalogada como “bichinha”, pois se negou a ir à casa de prostituição da cidade. Um dia, sem mais nem menos foi demitido. A razão não foi profissional, mas pelo fato de se negar a “fazer parte” deste tipo de coisa. 
Tal como a religião, que hoje é forte em algumas empresas, o sexo também é fator excludente e pode obviamente levar à demissão.
No Brasil, por exemplo, crescem os casos de assédio sexual, principalmente contra as mulheres. Elas são constrangidas e coagidas a fazerem sexo oral ou a dar uma “saidinha” com seu chefe. A coação se inicia quando o tal chefe diz que ou ela faz o que ele quer ou está demitida. Infelizmente no Brasil, diferentemente da Europa, é a vítima quem tem que provar que está sendo assediada. E, claro, os casos denunciados são ínfimos perto da realidade assombrosa do assédio.
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