Belo dia para rever os processos de gestão de Recursos Humanos. Extremos de preciosismo e de tecnicismo podem ser repensados.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

O efeito Wallenda!

O norte americano Warren Bennis, falecido em 2014, foi um dos maiores especialistas  em desenvolvimento de lideranças dos Estados Unidos. Foi um dos profetas da liderança e ficou conhecido pela frase – "Os gestores fazem as coisas de forma certa. Os líderes fazem as coisas certas".





Costumeiramente em suas palestras aplicava a figura do “Efeito Wallenda”, baseado no famoso equilibrista Karl Wallenda.

Karl Wallenda caminhava na corda bamba a grandes alturas sem qualquer proteção e sem redes de segurança. Wallenda dizia – “Andar na corda bamba é viver, todo o resto é esperar”.

Quando caiu da corda bamba em 1978 em Porto Rico, com consequências fatais, sua esposa ao ser entrevistada disse – “ O interessante sobre a queda é que pela primeira vez ele estava começando a pensar sobre a possibilidade de cair. Ele nunca tinha pensado nisso antes. Meu sentimento pessoal é que ele colocou toda sua energia buscando não cair, em vez de se concentrar no caminha na corda”.

Baseado nas entrevistas e pesquisas com grupos de executivos que estudou, Bennis relacionava o caso Wallenda em suas palestras. Muito raramente um executivo  mencionou a palavra fracasso. Mesmo na ocorrência de erros significativos. 

Líderes nunca tomam um revés como um fracasso, mas sim, 
como algo a partir do qual poderiam aprender

Bennis afirmava que isto não significa que estes indivíduos ignorassem riscos, mas, como Wallenda, caminhavam na corda bamba concentrando-se em seus objetivos e visão maiores.
  


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