RHecados diários: O que fazer quando o discurso de Recursos Humanos costuma a ser diferente do discurso de alguns gestores? Busque a concordância e realinhe o foco!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Esqueça os livros de auto-ajuda. Se você quer ser um líder, use o bom senso.

Esqueça os livros de auto-ajuda. Se você quer ser um líder, use o bom senso. Aqui estão algumas táticas da moda para você ignorar
Eventualmente algum acadêmico, pesquisador, guru, líder meia boca ou algum aspirante escreve um livro que pega e se torna o negócio mais recente e da moda sobre auto-ajuda.
Eles são, em sua maioria, velhos conceitos reembalados com novos e belos nomes, ideias banais que se transformam em viral e criam popularidade entre alguns seguidores, ou o modo de uma pessoa agir e achar que todos devem agir como ela.
Ao longo dos últimos 30 anos podemos contar na mão o número de conceitos inovadores sobre gestão, negócios e liderança. Entre os livros, talvez tenhamos, “O Gerente Minuto, Gary Hamel’s Core Competency, O Tao da Liderança” e talvez alguns outros.
Esses modismos não merecem nossa atenção. Além de nos transformar em clones de comportamento, tirá-lo do seu foco central e te fazer perder tempo nós conseguimos fazer as coisas do jeito certo sem precisar dessas conversas fiadas.
Se você não quer se transformar em um zumbi, então não beba o suco. E evite os modismos em sua carreira.
#1. Gerenciando como Steve Jobs
Primeiro tivemos a invasão da gola rulê, jeans e tênis. Aí, as pessoas começaram a imitar o seu jeito de falar. Agora, a moda é clonar o estilo de gestão da Apple.
Infelizmente, você não pode simplesmente copiar e colar o talento, a sabedoria ou a liderança. Ela simplesmente não funciona assim.
O Steve Jobs que todos querem copiar, e que alavancou a Apple 2 vezes não é o mesmo estilo do Steve, cujo estilo tóximo de gestão o fez ser demitido da empresa que fundou.
Esse evento acabou transformando Steve, um processo pelo qual ele tinha que passar. E foi justamente isso que criou a pessoa que construiu a maior empresa de tecnologia do mundo.
É o que as pessoas chamam de experiência, ou vivência. E não se pode clonar isso.
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Enrico Cardoso – Apaixonado por marketing e branding digital, Enrico Cardoso é profissional de storytelling e acredita que toda empresa tem uma única oportunidade de se transformar em uma grande marca: contando histórias e cativando os consumidores com seus sonhos e pretensões

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