Lula já perdeu, há muito tempo, seus consiglieri prediletos.
Pense nisso antes de votar no Lula ou em qualquer um.
BLOG CRIADO EM 2009 PARA DIVULGAÇÃO DE ARTIGOS AUTORAIS E TROCA DE IDEIAS EM GESTÃO DE PESSOAS!
Lula já perdeu, há muito tempo, seus consiglieri prediletos.
Pense nisso antes de votar no Lula ou em qualquer um.
“Estudo mapeou o perfil de mais de 200 presidentes
de companhias brasileiras ao longo de 17 anos e mostrou as principais
competências comportamentais em comum”
Ao ler o título acima em um artigo de gestão de recursos humanos,
impressionam a quantidade e a qualidade da amostra e o tempo de duração da
pesquisa. Você pensa que um estudo como esse certamente revelará aspectos
interessantes e possivelmente informações que, em momento algum, lhe passaram
pela cabeça ou você supunha que fizessem parte do perfil de um profissional de
sucesso.
Você que constrói sua carreira de forma planejada e de forma consistente pensa
que algo novo lhe fará bem conhecer. Afinal foram 200 presidentes de
companhias brasileiras e nos últimos 17 anos de pesquisa.
"Tanto tempo de pesquisa para saber o que está escrito em qualquer livro
de gestão de RH ou num bom artigo sobre gestão de competências".
Em pesquisa
realizada pela Cia de Talentos, junto ao público jovem, objetivando avaliar a
pretensão desses jovens com relação as suas expectativas sobre qual seria a
empresa dos seus sonhos para trabalhar, dentre as diversas perguntas feitas,
uma chamou minha atenção. Esse grupo, cerca de 35 mil brasileiros na faixa
dos 20 e 30 anos de idade, num percentual acima de 20%, considerou que o
tempo ideal de permanência numa empresa deveria ser de mais de 20 anos. É de se
estranhar, e muito, que com todas as influências da globalização, um grande
número de itens da pesquisa demonstre uma tendência normal para o moderno, para
o atual. Mas, permanecer mais de 20 anos numa mesma empresa me pareceu no
mínimo fora dos padrões.
Será que os jovens
estão cansados dessa prática de trocar de empresa para progredir na carreira
sem sequer se dar ao trabalho de gostar dela? Será que muitos deles já não se
arrependeram de eventual atitude tomada nesse sentido? Será que, como
demonstrou a pesquisa, muitos gostariam de ser reconhecidos, ter um bom
ambiente de trabalho, ter desenvolvimento profissional, ter uma boa qualidade
de vida e também gostar da empresa e ficar comprometido com a organização por
um longo período? Será que não é uma mudança que está aí estampada?
Na minha singela
opinião e, rogo a Deus que isso seja verdade, a falta de estrutura familiar, a
indefinição de carreira, a busca de uma companheira ou de um companheiro
definitivo, que possa proporcionar uma relação conjugal estável, que gere
filhos, gere uma família, proporcione futuro, é a razão disso tudo. Ninguém
mais está querendo ser uma pessoa com 40 anos, sentindo-se plenamente no vigor
de sua forma física e atlética, tendo o mercado de trabalho o considerando
ultrapassado em razão de sua idade. E o pior, é novo para a vida, é velho para
o trabalho e ainda solteiro ou solteira. Algo está errado. Talvez a
resposta esteja embutida nas entrelinhas dessa pesquisa.
Os relacionamentos
afetivos atualmente estão totalmente comprometidos em razão da falta de
afetividade, confiança e verdade. Ninguém abre mais o seu coração com medo da
decepção. Ninguém quer sofrer, mas é só o que ocorre. Todos os relacionamentos
ficaram vulneráveis ou pela escolha mal feita ou pela falta de critério na
escolha. Quem não gostaria de amar e ser amado? Quem não gostaria de amar
eternamente, e para a vida toda? Com todas as circunstâncias da idade, do
status social ou das adversidades que a vida em comum possa proporcionar? Quem
não gostaria? Esses jovens, nessa pesquisa, deram essa demonstração.
Voltar a ter um bom
emprego, amar apaixonadamente, ter filhos, constituir uma família, se orgulhar
disso tudo é o futuro que foi indicado indelevelmente. É hora de avaliar!
Em um pequeno vilarejo vivia um velho professor, que de tão sábio, era sempre consultado pelas pessoas da região.
O jovem pegou o anel e partiu.
Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto
pretendia pelo anel.
Depois de ouvir tudo o que o jovem contou-lhe, falou:
Eakis
Thomas
"Ninguém pode
fazê-lo sentir-se inferior sem o seu consentimento."
Agora que você já leu, reflita e pense,
“como somos avaliados rotineiramente por pessoas que não nos conhecem e o fazem
por meio de gabaritos”. Disso você não pode fugir, pois tem que se expor ao
mercado de trabalho e sempre garantir sua vaga para a própria
sobrevivência. O que devemos ter em conta é que antes de chegar ao
"joalheiro" vamos passar, necessariamente, por várias pessoas que não
saberão nos avaliar e que podem até desmerecer-nos. Por isso, não se abata ao
primeiro, segundo, terceiro "não" de um selecionador/recrutador. Quem
sabe o quarto não será seu "joalheiro"
"Como podem as rãs discutir sobre o mar se nunca saíram do brejo? Como poderei falar do céu com o pássaro do verão se está retido em sua estação? Como poderei falar com o sábio sobre a vida se é prisioneiro de sua doutrina?" - Chuang Tsé - IV AC
A área de Recursos Humanos passou por inúmeros processos desde os anos 60
quando era chamada de área de Relações Industriais. Sempre dividida entre
Administração de Recursos Humanos e Desenvolvimento de Recursos Humanos.
Por
uma época surgiu como inovação colocar roupa nova em estrutura velha. Gente e
Gestão, Gestão de Talentos, Gestão de Pessoas, Gestão de Desenvolvimento
Humano, Gestão do Capital Humano, Pessoas e Organização e outros nomes bonitos.
A preocupação era abolir o nome recurso, politicamente incorreto para alguns.
Pessoas não são recursos. Mesma discussão efêmera na área pública. Servidor
Público ou Servidor do Público?
Primeiro, as
empresas não cuidam de gente. Cuidam de trabalhadores que são remunerados em
troca de produção e serviços em conformidade com os padrões de qualidade
determinados. Os trabalhadores devem cumprir bem seu papel.
Dentro da
realidade empresarial, as pessoas serão sempre recursos. Queiram ou não, gestão
emocional não é papel determinante. O RH deve contribuir na construção de
cenários que facilitem e contemplem a motivação e o desenvolvimento pessoal e
profissional. Esse é o verdadeiro papel. O Gestor trabalha para o capital e
deve agregar valor à empresa.
Nestes
tempos pandêmicos qual o papel da área? O que é ser home office para um gestor?
Não existem mais aquelas reuniões de empedernidos gestores, cada mês em uma
empresa, regadas a pão de queijo e água gaseificada.
Nem
a disposição da equipe para organizar
festinhas de celebração de “tempo de casa”, aniversariantes do mês,
confraternização de final de ano e convescotes afins.
O
momento é de discussão para saber o que fazer, o que compreender e como agir em
tempos futuros. Frequente mais as redes sociais e abra e participe de
discussões. Nas redes sociais quando o
assunto é o entendimento de uma questão legal trabalhista, proliferam
participações e troca de opiniões e o interesse em entender o tema é notório.
Muitos debatem e participam.
Agora, basta colocar um tema de Desenvolvimento
para debate que a frequencia de participantes é mínima com um ou outro
comentário e, passados dois, três dias, o assunto morre. Por que o povo de
Desenvolvimento que tem a obrigação de pensar coisas novas não debate ou pouco
debate?
Mesmo nas redes profissionais taxadas como de alto
nível, os grupos formados do segmento pouco debatem. O que mais se vê são
psicólogas recem formadas e desesperadas pedindo soluções imediatas para
assuntos complexos de gestão de pessoas.
Após
pandemia o núcleo de Desenvolvimento deve ser, essencialmente, um Facilitador
(termo emprestado dos processos de gestão da qualidade) e possuir inteligência
aguçada para todas as coisas. Deve fazer do conhecimento sua maior
competência e estar sempre disposto à aquisição de novos saberes, à ampliação
da criatividade e à percepção de ideias e novas oportunidades. Novos saberes
podem propiciar a reformulação de conhecimentos anteriores mal estabelecidos.
Deve participar ativamente da ampliação da competitividade da sua empresa,
romper com passados que não retornarão mais, construir ambientes e cenários
favoráveis ao seu crescimento e ao crescimento coletivo e abandonar
comportamentos autoritários. Deve, ainda, aprender diariamente com os demais
colegas de trabalho, entendendo que a qualidade tem importância primordial para
si e para a empresa.
Iniciei este Blog em 2009 com o
objetivo de divulgar meus serviços de consultoria e divulgar artigos e notas
interessantes do mundo corporativo. Selecionei uma série de artigos escritos
por mim e disponibilizei no Slideshare, gratuito, com o seguinte endereço:
https://pt2.slideshare.net/carlossalles/artigos-ebook