terça-feira, 5 de agosto de 2014

O que mudou para você RH ou em sua empresa?


A pesquisa acima foi realizada em 2007, portanto há 7 anos.
O que mudou para você RH ou em sua empresa?


A Deloitte acaba de lançar a pesquisa mundial “Aligned at the top”, sobre o novo papel estratégico da área de Recursos Humanos nas grandes corporações. Mais do que apenas repaginar o RH como estratégico, é necessário, segundo apurou a pesquisa, uma melhoria na comunicação entre os líderes de RH e os líderes da corporação.

O estudo apurou junto a 531 executivos sêniores de 468 empresas cujos faturamentos variam entre US$ 10 a US$ 125 milhões, que mais de 80% deles afirmam que o RH é fundamental para gerar valor ao negócio. Na opinião dos executivos, a área é vital para determinar desempenho, aumentar competitividade, desenvolver novos produtos e serviços e capitalizar sobre os avanços tecnológicos. Esses desafios têm enorme impacto no crescimento, competitividade e lucratividade da corporação.

Hoje, segundo constatou a pesquisa, existe, uma enorme tensão entre as necessidades do negócio e a capacidade de o RH se adequar a essa demanda. Entrevistados de todas as regiões pesquisadas - Europa, Ásia, América do Norte, África, Oriente Médio e América Latina - afirmam que a função do RH é apenas parcialmente eficiente. Pelo menos 60% das empresas norte-americanas que responderam ao estudo enxergam assuntos relacionados a pessoas tão importantes quanto qualquer estratégia na tomada de decisões. Na Ásia, esse número equivale a quase 50% dos executivos pesquisados e, na Europa Ocidental, 48%. Principais resultados do estudo global segundo a amostra, 88% dos entrevistados afirmam que assuntos relacionados a pessoas se tornarão mais importantes. Hoje, 60% já consideram assuntos relacionados às pessoas altamente importantes para a tomada de decisão. Esse número aumenta para 90% na avaliação para os próximos três a cinco anos.

As principais preocupações dos líderes são: desenvolvimento de liderança (76%), gestão de talentos (72%), criação de uma cultura de alta performance (71%) e treinamento (66%).

Cinqüenta e dois porcento dos pesquisados ainda não apresentam um CHRO (Chief Human Resources Officer) ou outro profissional na alta administração dedicado aos assuntos relacionados às pessoas, enquanto mais de dois terços esperam ter um CHRO, nos próximos três a cinco anos. Noventa e cinco porcento esperam que o RH se torne um setor estratégico e gerador de valor, não apenas um centro de custos. Sessenta porcento dos executivos da alta administração participantes afirmam quase nunca consultar o RH para tomar decisões nas operações de fusões ou aquisições. Quarenta porcento não consultam a equipe de RH quando o assunto é outsourcing.




segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Apagão Profissional ou Preconceito?

Fonte: Coluna no GLOBO - Enviado por Míriam Leitão, Alvaro Gribel e Valéria Maniero

Empresas reclamam de apagão de mão de obra. Brasileiros qualificados procuram emprego. São barrados por não terem experiência, ou por serem mais velhos, ou por não passarem nos burocráticos padrões de recrutamento. As empresas perdem chance por discriminar. Falamos com desempregados e empresas para entender as contradições do mercado de trabalho.

Fomos a campo usando as ferramentas das novas mídias. Postamos no Twitter convites para que as pessoas com qualificação mas sem chance no mercado de trabalho contassem as suas histórias. Gravei um vídeo fazendo o mesmo convite, postei no blog, e foi chamado no site do Boa Chance. Alvaro Gribel, Valéria Maniero e eu recebemos as histórias e conversamos diretamente com alguns. Postamos casos no blog. Em quatro dias, recebemos mais de 200 e-mails e 150 comentários.

Márcio Felipe é técnico em informática, com experiência em empresas no Brasil e em Portugal. O setor de TI nos disse que tem carência de 100 mil pessoas. Ele procura diariamente emprego e não encontra. O que está errado com ele? Dizem que é a idade: tem 45 anos. Mariana Cordeiro tem 28 anos, é formada em marketing há seis anos e, durante esse período, está procurando emprego. Mesmo sendo contra "panfletar" currículo, ela se cadastrou num site especializado que enviou suas informações para 7.234 empresas. Recebeu três respostas, mas sempre acabou ouvindo aquele desanimador: "você não tem o perfil":

— Se os recrutadores dessem retorno, eu poderia saber em que estou errando.

Ela continuará procurando e diz que se as empresas soubessem "da disposição e desejo de várias pessoas como eu, pensariam duas vezes antes de simplesmente descartar nossos currículos".

Renato Teixeira é engenheiro de transportes, tem 35 anos de experiência, como o de ser diretor de Planejamento do Metrô do Rio. Não consegue emprego porque tem 58 anos. Lucas Camilo formou-se em publicidade, está fazendo um MBA na FGV, mas não consegue o primeiro trabalho. Dizem que ele não tem experiência. Eduardo Azevedo é engenheiro eletrônico, com pós-graduação na Coppe em sistema Offshore, faz mestrado na UFRJ em engenharia naval. Trabalha em TI, mas seu sonho é trabalhar na área de petróleo. Ele não consegue. O engenheiro Newton Amaro tem cursos de pós-graduação, 25 anos de experiência, mas se diz barrado pela idade: 49 anos. No Twitter, vários nos informam que as empresas em geral exigem 35 anos como idade máxima. Muita gente não consegue sequer enviar currículo porque as empresas estabelecem essa idade como limite. Quem tem 37 anos já seria "velho".

Atualmente, os jovens ficam mais tempo estudando, começam a procurar emprego mais tarde, aí são barrados por não terem ainda começado a trabalhar. Um me disse que aos 29 anos foi declarado "velho" numa seleção. Alguns se formaram num período em que o mercado de trabalho estava pior no Brasil. Foram para fora, hoje tentam voltar e não conseguem, apesar das habilidades valiosas adquiridas no exterior, entre elas, o domínio de idiomas.

Oswaldo Cechinel ouve sempre elogios ao seu currículo e aos seus 20 anos de experiência em cargos de gerência de empresas brasileiras e estrangeiras. Mas não tem chance porque tem 64 anos. Ele não se sente velho e acha sua experiência valiosa:

— Já tentei negociar salário, mas há muita discriminação contra a idade.

Em Tocantins, Fernanda Souza do Nascimento, 28 anos, saiu da faculdade de administração de empresas com mil planos na  cabeça. Já enviou currículos para vários tipos de empresas, mas recebe sempre a mesma resposta: não tem experiência:

— As empresas querem um profissional pronto, assim fica difícil encontrar alguma coisa.

Barrados por terem idade demais, barrados por não terem experiência, recusados pelo critério burocrático de idade máxima de 35 anos, milhões de brasileiros estão neste momento cumprindo a mesma rotina: acordar de manhã, pesquisar os empregos, mandar currículos, aguardar ansiosamente resposta, se animar com alguma possibilidade de entrevista e ouvir do recrutador que seu perfil não é o que a empresa quer. Isso vai demolindo a autoconfiança e eles começam a achar que fizeram a escolha errada, ou têm algum problema que não perceberam.

Não há nada de errado com esses brasileiros. Nas muitas respostas que recebemos o que fica claro é que a empresa faz exigências descabidas, constrói barreiras desprovidas de sentido.

Neuri dos Santos, com mestrado em química, manda diariamente currículos para empresas, mas até agora nunca conseguiu um emprego com carteira assinada. Só trabalho temporário num laboratório de uma universidade:

— Às vezes dizem que sou muito qualificado para a vaga. Outras vezes perdi oportunidades por causa da idade. Não é porque eu tenho 37 anos que eu não posso continuar crescendo na profissão.

Conversamos com os departamentos de pessoal de algumas empresas. O grupo Randon disse que tem 500 vagas em diversas áreas, 5% de engenharia e nível técnico que estão há 80 dias sem preenchimento. O cenário é o mesmo na Atlas Schindler, onde a convicção é que faltam técnicos no Brasil. A mesma queixa ouvimos na Fosfértil. Um mês atrás fizemos a mesma busca em vários setores e ouvimos as mesmas queixas.


O país está crescendo, o mercado de trabalho está dinâmico, essa é a hora de as empresas abrirem suas portas, sem preconceitos. Hoje, já se sabe que a diversidade é elemento essencial para a formação de uma boa equipe. O Brasil está reclamando de apagão de mão de obra com oito milhões de desempregados.

Cartão Vermelho para os Chefes Preguiçosos!

Eu resolvi me juntar ao movimento de Tom Peters, e decretar:

"Cartão Vermelho para os Chefes Preguiçosos!"


Afinal, é a minha vida que está em jogo, e eu pretendo vivê-la com muita intensidade. Eu quero SONHAR, PLANEJAR e EXECUTAR projetos desafiadores que façam nossas empresas permanecerem no primeiro lugar, inovando produtos e serviços a todo momento.



Eu quero chefes que nós permitam CORRER. Chefes que "Liderem, Sigam, ou Saiam do caminho". Chefes que tenham a preocupação de ser chefes de seus chefes. Eu quero responder as responder as seguintes perguntas:

Porquê ao se tornarem bem-sucedidas as empresas resolvem param de inovar?

Porquê seus fundadores deixam de lado a criatividade e o risco que os levaram até o topo ?

Simples: - PREGUIÇA!. Preguiça dos Líderes em continuar a promover internamente os Valores pela qual a empresa foi construída. Valores que expressavam inovação, integridade, criatividade e equipe. Mas..., eu não posso culpar ninguém por isso. Quem pensaria em Valores quando o assunto principal era o mercado de ações e a satisfação dos acionistas ? Cadê o Cliente ? Cadê o Cliente ?

O Cliente está lá fora. Esperando pela empresa mais inovadora, mais sonhadora, e que coloca seus planos em execução de forma rápida e eficiente. Você quer ser essa empresa ? Então veja algumas dicas:

Contrate Sonhadores, Planejadores e Executores.

Mantenha-se cercado pela Excelência. Não contrate o primeiro que aparecer na sua porta.

Mantenha o foco da sua empresa em facilitar a vida do seu cliente.

Crie um ambiente que permita a inovação fluir entre as pessoas.

Pergunte a você mesmo todas as manhãs, se você ainda acredita no que faz.

Premie, Reconheça, Incentive as pessoas inovadoras dentro da sua empresa.

E finalmente, porque utilizar somente a "mão-de-obra" de seus funcionários quando você já está pagando pelo corpo inteiro, inclusive o cérebro?

Ricardo Jordão - www.bizrevolution.com.br

(outubro/2010)

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Tropa de Elite - 10 dicas de liderança

Paulo Storani, 51, foi capitão do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) do Rio de Janeiro de 1994 a 1999. Mestre em antropologia, pós-graduado em administração pública e em gestão de recursos humanos, hoje ele dá palestras sobre como construir equipes de alto desempenho baseado nos métodos de treinamento do Bope.

O Bope é uma tropa de elite da polícia do Rio de Janeiro, chamada em situações em que os pelotões normais da PM não conseguem resolver o conflito. Por causa da dificuldade, cada trabalho do Bope sempre é chamado internamente de missão.
"Os momentos de crise exigem mais da gente. Missão exige sacrifício. Transforme seus objetivos em missões para alcançá-los", declara Storani.

Veja as dicas do ex-capitão do Bope para formar um time qualificado e bem-sucedido na sua empresa:

1 – Seja transparente e objetivo: explique claramente qual é o trabalho e deixe que as pessoas decidam se querem participar dele ou não.

2 – Mostre o valor do trabalho: apenas enxergando o valor daquela tarefa é que as pessoas vão se dedicar o suficiente para alcançar os resultados desejados.

– Tenha voluntários: Storani diz que todos os membros do Bope são voluntários. Eles correm mais riscos no seu trabalho e não recebem a mais por isso. Ele acredita que voluntários se dedicam mais, pois estão ali porque querem, ou seja, veem o valor do trabalho ou se identificam de alguma maneira com a causa. Isso aumenta o comprometimento.

4 – Faça uma seleção rígida: escolha os funcionários por sua qualidade técnica, experiência e, principalmente, pela determinação. Ela fará com que a equipe coloque as ações em prática.

5 – Prepare a equipe: mobilize e capacite seus funcionários: Defina o papel e a importância de cada um, exaltando o time. "Se tiver alguém desmotivado, ele puxa os outros para baixo. Da mesma forma, se tiver alguém interessado apenas em fazer sua parte, ele pode passar por cima de outros para isso, desestabilizando a equipe", declara Storani.

6 – Faça um planejamento: elabore um plano de ação para atingir o resultado esperado para a missão. Tenha estratégias e táticas.

7 – Tenha um plano B: Storani diz que o plano ideal dificilmente é executado, geralmente por limitações de tempo e financeiras. Por isso, tenha caminhos alternativos que levem ao objetivo.

8 – Execute o plano com excelência: o ex-capitão do Bope define excelência como "o melhor desempenho, com máxima segurança e mínimo esforço, ou seja, sem desperdício".

9 – Tenha um padrão de qualidade: o padrão de qualidade não deve ser baseado no melhor integrante da equipe e, sim, no pior. Afinal, se ele faz parte da equipe, deve ser considerado.
10 – Avalie resultados e aprenda: confirme as ações positivas e corrija as que deram errado. Storani diz que, no treinamento, há um tanque de água gelada para onde os soldados vão quando fazem alguma atividade errada. "Lá, eles têm duas opções: pedir para sair do Bope ou voltar para a atividade, correndo o risco de retornarem ao tanque se errarem de novo. O que parece uma punição é, na verdade, uma superação, pois quando saem do tanque molhados e gelados, eles se dedicam com muito mais energia para a missão", afirma.



Chegar ao topo é, antes de tudo, uma questão de sorte!

Bastante válidas e reflexivas as observações de Lucy Kellaway, colunista do "Financial Times", sobre quem se inspirar de fato. Como eu já escrevi em outros artigos, todos tem seu limite de competência e isso não é o fim do mundo. Não viva sonhos que não são seus. O que realmente importa é se você tem paixão pelo que faz e faz bem feito. Agora, quando a motivação acabar, nenhum livro de auto ajuda o fará subir mais um degrau. Você quer ser igual a Steve Jobs, Bil Gates, Lionel Messi, Pelé ou Carlos Ghosn e só isso interessa?   Por que não fazer benchmarking baseado no seu colega de trabalho do departamento ao lado, no seu vizinho, no seu colega de MBA ou até mesmo no chato do seu primo (o cara é competente mesmo assim). São próximos de você e se consideram bem sucedidos.

"Muito raramente, alguém em uma escola de negócios realiza uma pesquisa inteligente e prática. Recentemente, foi publicado no periódico "PNAS" um estudo bastante útil, que afirma que devemos parar de idolatrar os líderes empresariais famosos porque eles não são tão bons quanto todo mundo pensa.
Os autores, Chengwei Liu da Warwick Business School e Jerker Denrell da aïd Business School da Universidade de Oxford, afirmam que os líderes empresariais muitíssimo bem-sucedidos são pessoas anormais que obtêm coisas extraordinárias em parte pela sorte. E uma vez com sorte, eles vão ficando cada vez mais sortudos. Os ricos sempre ficam cada vez mais ricos, conforme sabemos.

Tome por exemplo Bill Gates. Ele não veio de uma família abastada - o que tornou fácil para ele entregar-se ao seu amor juvenil pelos computadores. Além disso, se sua mãe bem relacionada não lhe tivesse aberto portas na IBM, ele provavelmente não teria se transformado no homem mais rico do mundo. Isso não significa que Gates não seja inteligente e esperto, apenas que podemos estudar e analisar tudo que ele fez, que isso não nos colocará no lugar em que ele está.
Os acadêmicos sugerem que deveríamos concentrar nossas atenções nos números dois, que devem a posição em que se encontram menos à sorte e mais às suas capacidades. Ao observarmos como eles conseguiram chegar onde estão podemos, de fato, aprender alguma coisa.

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http://www.valor.com.br/carreira/2734840/chegar-ao-topo-e-antes-de-tudo-uma-questao-de-sorte?goback=%2Egde_3474666_member_130358464

terça-feira, 22 de julho de 2014

A culpa é do RH!

Artigo editado em 2011 pelo Prof. Luís Sérgio Lico* - O que mudou na sua empresa e na sua vida profissional?

Todo santo dia ao ver meus emails, principalmente vindos de grupos e listas de discussão, eu tenho uma sensação de déjà-vu. Não que estes fóruns sejam improdutivos, pois muitos realmente ajudam os profissionais de cada setor. Alguns chegam a ter questionamentos e idéias interessantes, só que esta não é a regra, mas a implacável exceção.

No mais das vezes, o que leio ali, me deprime… Só não me deixa apavorado, pois sou empreendedor e não funcionário. Portanto, estou imune à estes desvarios, fruto da falta de qualificação profissional e da miopia das empresas e lideranças. Mas, vamos aos fatos: Cerca de 75% da mensagens que recebo destes fóruns, especialmente ligados a gestão de pessoas são “apelos e pedidos de socorro”, os mais variados. Esta semana, por exemplo, recebi algumas pérolas que reproduzo abaixo:

Por favor.Vocês tem um modelo de plano de cargos e salários para me disponibilizar? É que a chefia pediu para implementar e eu não tenho nada aqui. Grata.

Pessoal: Alguém tem um modelo de carta de agradecimento por 10 anos de serviço? Tem um funcionário aqui velho de casa e agora precisamos fazer isso e queria ver o que o mercado tem oferecido. Abraços.

Oi, Grupo. Estou precisando de um teste para aplicar na seleção. Alguém poderia mandar? Ah! não esqueçam de enviar junto as respostas certas para tabulação. Beijos.

Tenho uma dúvida: Quando o candidato está dentro do perfil, mas ameaça a chefia com suas competências, devo contratar? Ah! Também preciso de um modelo de email para enviar ao candidato, quando se perde o currículo dele. Fico no aguardo.

Alguém pode me explicar como faz um plano de treinamento e motivação? É que estou precisando. Vocês acham que vale a pena chamar um cantor sertanejo? Obrigado!

Bom dia! Queria saber se devo recusar uma candidata a analista, porque ela tem um filho de 1 ano, embora ela esteja dentro do perfil e passou nos testes. O que vocês recomendam nestes casos?


Como disse, são centenas destes pedidos. Mas, vou parar por aqui se não irão pensar que estou tirando onda dos profissionais incapacitados ou denegrindo a imagem do RH. Só que, pela quantidade de dúvidas absurdas, parece que muitas empresas estão num mato sem cachorro, quando o assunto é gestão de pessoas.

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Prof. Luís Sérgio Lico - Palestrante e Conselheiro Organizacional. Mestre em Filosofia e Especialista em Gestão do Comportamento. Autor dos Livros: O Profissional Invisível e Fator Humano.