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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A arte de ser infeliz

Gosto muito quando leio textos diferentes sobre determinados assuntos. Longe do lugar comum e do mais do mesmo.  Compartilho excelente texto da Consultora Suely Pavan!
*Suely Pavan
“Há muitos anos entrei em uma livraria e, buscando livros na estante aleatoriamente, me deparei com um cujo título chamou a minha atenção, embora nunca houvesse ouvido nada à respeito dele.

Chamava-se “SEMPRE PODE PIORAR OU A ARTE DE SER (IN)FELIZ: Uma abordagem psicológica”, de Paul Watzlawick.

Infelizmente, eu emprestei este livro e não me devolveram, e agora vi que ele está esgotado no fornecedor, como a maioria dos bons livros!

O autor neste livro faz uma abordagem irônica e bem humorada sobre como as pessoas, através de diferentes mecanismos, buscam de forma inconsciente a própria infelicidade. E se não me engano, ele escreveu as diferentes estórias que compõem o livro baseando-se nos depoimentos de seus pacientes.

Numa delas o autor conta a estória de um homem que, de madrugada e numa estrada deserta, se deparou com o furo no pneu de seu carro. Ele saiu do carro, viu que estava sem o macaco, olhou ao redor e viu a quilômetros de distância uma luz em uma casa. Resolveu dirigir-se até lá para pedir um macaco emprestado. Porém, no caminho foi pensando em diversas e diferentes possibilidades de que o dono da casa não lhe emprestasse o macaco. As fantasias foram tomando conta dele, e ao chegar finalmente à casa e ser recebido pelo seu dono lhe disse: “Pode ficar com o macaco, seu imbecil, e não o quero mais!”

Quantas pessoas você conhece que vivem a alimentar fantasias devastadoras sobre o outro e que não calcam suas opiniões em dados de realidade, como nessa estória?

E além de fantasias são agressivos, sem motivo algum, com outro semelhante!

São as chamadas agressões gratuitas que recebemos de outras pessoas. Agressões de tamanho inadequado, e que nada têm a ver conosco. Geradas por pessoas infelizes e medrosas.
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