Leitores amigos, de hoje até o final de junho estarei perambulando por aí! Curtindo férias e momentos sabáticos!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Epidemia Workaholic

Jornadas diárias de 12 horas, fim de semana com trabalho e falta de tempo para o lazer. Saiba como lidar com essa realidade e conheça as histórias de quem já superou a neura! 

No último ano, o publicitário baiano Nizan Guanaes, de 54 anos, presidente do Grupo Abc e notório workaholic, tomou uma série de medidas para melhorar sua qualidade de vida. começou a correr, passou a se alimentar melhor e restringiu o número de viagens e de eventos sociais noturnos. Animado com os resultados que obteve para a própria saúde, resolveu estimular os funcionários da Africa, uma das agências do grupo, a fazer o mesmo.
Em janeiro deste ano, baixou a seguinte medida: às 8 da noite, as luzes da agência se apagam e todo mundo tem de ir embora. "Ninguém achou ruim, mas também ninguém acreditou que fosse pra valer", diz um profissional de planejamento acostumado ao ritmo frenético de Nizan.
A reação mais estranha foi a de um funcionário que perdeu a noção do tempo que lhe sobrava. "Ele veio à minha sala para perguntar o que fazer, como se não tivesse família ou amigos", diz Suzana Almeida, gerente de recursos humanos da agência. 
O caso da Africa ilustra bem duas situações que se tornaram corriqueiras no mercado de trabalho. De um lado, a empresa impõe um ritmo insano aos funcionários. De outro, o profissional assume cada vez mais responsabilidades e atribuições em nome de um crescimento profissional, de um ideal de eficiência e em busca de atualização contínua para acompanhar o mercado global.

Leia mais:

http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/materia-capa-epidemia-workaholic-631098.shtml

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